Não dobres as páginas
dos livros
no princípio
dos romances. Não escrevas
as promessas
nas folhas das árvores
do inverno.
Não fiques a contar o tempo que passa entre uma nuvem
e outra –
entre uma luz
e outra
dos astros que acendem no céu
os seus demorados
nomes.
Quarta-feira, Junho 17, 2009
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